quarta-feira, 4 de maio de 2016

SEPE e presidente da Câmara discutem mudanças no Iprevirb

Flávio Azevedo
Com o objetivo de esclarecer questões relacionadas a Lei que fez mudanças no Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Rio Bonito (Iprevirb) e mostrar que não existe nenhum artigo que prejudica o funcionário público municipal, o presidente da Câmara, vereador Reginaldo Ferreira Dutra, o Reis (PMDB), recebeu na tarde dessa terça-feira (03/05), representantes do núcleo local do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE) e a imprensa. O presidente esclareceu que a Mensagem aprovada é de iniciativa do poder Executivo e frisou ser uma Lei que não poderia receber Emendas.

Os representes do SEPE criticaram a ampliação do mandato da presidência do Iprevirb (de quatro para seis anos, prorrogável por igual período) e também a criação do cargo de procurador. Para os servidores, a presença de um técnico em cálculo atuarial, para atender com mais celeridade quem desejam se aposentar e quer saber qual seria a sua remuneração na condição de inativo seria muito mais importante.
– O Iprevirb não dispõe desse profissional e em reunião conosco o presidente do instituto reclamou que com esse profissional poderia atender melhor o funcionalismo – pondera uma das representantes do SEPE. O presidente da Câmara voltou a explicar que a iniciativa da Lei era do poder Executivo e não da Câmara de Vereadores.

Um suposto desconto previdenciário no contracheque dos inativos também foi assunto na reunião. Segundo o presidente da Câmara, não existe novidade nesse instrumento, que já é previsto no Estatuto que regula o Iprevirb desde a sua fundação (2002). “O que as pessoas não sabem é que esse desconto está previsto para o inativo que recebe remuneração superior a R$ 5 mil, ou seja, em pouquíssimos casos, uma vez que a grande maioria tem remuneração menor que esse valor!”, explicou Reis.

Outro desconto previsto é a polêmica incorporação da Regência ao salário do inativo, que segundo o quadro técnico da Prefeitura e do Iprevirb, o inativo precisa compensar esse acréscimo em cerca de 80 parcelas ou seis anos. Representantes da categoria argumentam que já existe essa contribuição quando ao longo dos anos que estão trabalhando e que contribuir por outros seis anos seria contribuir duas vezes.

Outros assuntos paralelos foram tratados na reunião, entre eles a flagrante falta de dialogo do poder Executivo com os instrumentos que representam o servidor municipal (Sismurb e SEPE), uma realidade que não é de agora; o não pagamento do Piso Nacional aos profissionais de Educação da rede municipal; e a exclusão dos instrumentos que representavam o funcionalismo no Conselho do Iprevirb, situação que ocorreu em dezembro de 2013, quando a diretoria eleita foi substituída por uma diretoria nomeada pela prefeita.

Também ficou muito nítido que o servidor municipal desconhece os instrumentos que tem a função de representa-los. Ainda é mais evidente que esse desconhecimento permite a classe política fazer manobras que interessam a patronal e não ao servidor, que uma vez conseguindo algum tipo de benesse ou conforto, sobretudo quando é possível incorporar um extra no minguado salário (de acordo com esdrúxula Lei 1199), as questões coletivas são deixadas de lado em nome da individualidade.

Na reportagem abaixo, nós conversamos com a professora Renata Borba, uma das representantes do SEPE; e com o presidente da Câmara, vereador Reis; que fizeram um balanço do encontro entre eles.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Cadê a água da CEDAE para o Sambê e o 2º Distrito de Rio Bonito?

Em 2011 a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) ganhava o direito de explorar a água de Rio Bonito. O governo do Estado propôs levar água da CEDAE ao 2º Distrito e também ao Sambê, caso a concessão fosse assinada. Embora não desejasse dar a tal concessão, o ex-prefeito Mandiocão foi pressionado pelo governo do Estado a ser favorável, sob pena de paralisar todas as obras do Estado no município. Enquanto isso, a oposição, hoje no governo, percorria o 2º Distrito e visitava formadores de opinião de Rio Bonito dizendo que “o ex-prefeito, filho de Boa Esperança, não queria deixar a água da CEDAE chegar ao 2º Distrito”.

A concessão foi assinada e pouca coisa aconteceu em termos de obras do Estado em Rio Bonito. Em 2013, primeiro ano da prefeita do PMDB, algumas ruas foram asfaltadas, porque ao governo do Estado interessava dar esse beneficio, uma vez que buscava eleger o então vice-governador, Pezão. Nesse período, até as obras para levar água tratada ao 2º Distrito, orçadas em R$ 8,5 milhões, foram iniciadas. Segundo as placas, o início foi em 07 de maio de 2013 e deveriam estar concluídas em 02 de maio de 2014.

Hoje, exatamente dois anos depois da data prevista para a conclusão das obras (02/05), eu desafio você a encontrar alguma casa em Boa Esperança e Parque Andréa que seja abastecida com água potável da CEDAE. E no Sambê? Será que a água da CEDAE chegou?

Em 2011, segundo os picaretas da oposição, a falta de água potável nessas localidades era culpa do ex-prefeito, “um governante que não é parceiro de ninguém”... E, hoje, quando temos uma prefeita “parceira de todo mundo”, por que a água não chega a essas localidades? O ex-prefeito José Luiz Antunes é merecedor de inúmeras críticas, todavia, cinco anos depois o tempo se encarrega de mostrar aos riobonitenses quem são os verdadeiros picaretas dessa história especificamente.

O ex-prefeito Mandiocão deve ser considerado um cara que não faz parceria com ninguém, porque ele não usa a prerrogativa do cargo para achacar empresas de offshore como a Samsung e a Mitsui. Deve ser isso. #flavioazevedo

sábado, 30 de abril de 2016

Assaltos e roubos seguem acontecendo e amedrontando o riobonitense

Embora na reunião do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), na última segunda-feira (25/04), o delegado titular da 119ª DP, Carlos Eduardo Almeida, tenha feito duras críticas a veiculação de notícias sobre roubos e assaltos que atinge Rio Bonito, o Grupo de Mídias O Tempo segue o seu dever de noticiar os fatos (registrado ou não); alertar sobre a insegurança que segue crescente; apontar a necessidade de registrar os crimes; e informar que é importante mudar os hábitos que facilitem a vida dos marginais que estão rondando Rio Bonito.  

Apesar do esforço das autoridades e da notícia de algumas prisões, a sensação de insegurança continua. Na manhã desse sábado (30/04), por volta das 7h, dois homens surpreenderam um morador do Green Valley, na hora que ele saia de casa. Os marginais (dois homens morenos), mostraram a arma e levaram o carro (Ford Focus) da vítima. Especialistas no assunto afirmam que os assaltos nas primeiras horas da manhã acontecem, porque os marginais querem aproveitar o momento de troca de plantão dos policiais.

Outra fonte nos conta que no último sábado (23/04), uma caminhonete de luxo foi roubada na altura de Lavras, nas proximidades da Fazenda Mega Sena. De acordo com a nossa fonte, os marginais mostraram a arma, o motorista parou e os bandidos anunciaram o assalto. Motorista e carona foram tirados da caminhonete que foi levada pelos ladrões. O caso foi registrado na 119ª DP, que investiga essa e outras ações de quadrilhas especializadas em roubos de veículo em Rio Bonito.

Roubo a estudante na Praça Cruzeiro

O último caso informado a nossa redação é relatado por um familiar da vítima, um estudante do Colégio Municipal Dr. Astério Alves de Mendonça (Colégio Municipal). O crime aconteceu em frente ao posto Delmar, na pista sentido Sul da BR – 101. A vítima, um menino de 12 anos, tinha acabado de sair da escola e caminhava para casa. O ladrão, identificado como adolescente pouco mais velho que a vítima, estava de bicicleta. Armado com uma faca, ele anunciou o assalto e disse que se o estudante não entregasse todos os seus pertences seria esfaqueado. O estudante entregou tudo que tinha. Segundo o familiar, o caso foi registrado na 119ª DP.

Ainda segundo a familiar da vítima, ela fez contato com a nossa reportagem, “porque muitas crianças, ao sair da escola, vão embora sozinhas e todas estão expostas a esses marginais”. Ela conta que a direção do colégio foi informada, “para repassar essa realidade aos pais”; e aproveita o alcance do Grupo de Mídias O Tempo para alertar mais famílias sobre a importância de levar e buscar os filhos. “A orientação principal é andar sempre em grupo, porque os marginais querem facilidade e ficam esperando um estudante que esteja sozinho para atacar”, frisa o familiar da vítima, que aproveitou a ocasião para cobrar maior presença da Polícia e da Guarda Municipal nesses pontos.

As polêmicas do IPREVIRB e o servidor municipal

Flávio Azevedo 
Segue gerando muita polêmica, as recentes mudanças aprovadas para o Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Rio Bonito (Iprevirb). Pelo placar de 4x3 foi aprovado o desconto de previdência para inativos; criação de novos cargos; e ampliação do mandato de quatro para seis anos, com possibilidade de prorrogação por igual período. A aprovação ocorreu na última quinta-feira (28/04), durante sessão Legislativa itinerante na Escola Municipal Albino Thomas de Souza Filho, no bairro Monteiro Lobato (BNH). O único protesto veemente veio da servidora municipal, Nelma Sá, que depois da reunião não escondeu sua insatisfação. Nas mídias sociais, ela segue fazendo postagens críticas às mudanças.

Como o tempo de meias medidas e meias palavras já passou, eu não posso deixar de responsabilizar o funcionalismo municipal pelos absurdos que há anos ocorrem no Iprevirb. Está nítido que o servidor precisa se apropriar do espaço que é dele.  Aliás, todo servidor deveria votar contra o político que só o enxerga como lavoura e instrumento de confirmação de poder. Segundo Maquiavel, “um reino dividido é facilmente dominado” e isso vem acontecendo há muito tempo.

Em minha modesta opinião, o funcionalismo nunca se valorizou. Em nome do "preciso pagar contas e sustentar minha família", muita gente se permite participar de absurdos que irão violentar o seu próprio futuro, uma vez que o Iprevirb só fará parte da sua vida, quando ele estiver inativo. O curioso é que 95% do quadro do Iprevirb é formado por funcionários efetivos, ou seja, gente que vai depender do Instituto ao se aposentar. Muitos esquecem que Solange, Mandiocão e a maior parte dos vereadores não são servidores municipais, logo, não terão apreço pelo Instituto.

Navegando pelas mídias sociais, muitas críticas eu vejo aos órgãos e sindicatos que representam a categoria. Convém lembrar, porém, que se o próprio servidor não se dá o respeito, como exigirá respeito do governante? Outro fator ignorado por muita gente é que o Brasil nutre preconceitos com sindicalizados, sindicalistas e sindicatos. Isso acontece por influência das nossas classes dominantes, geralmente brancas, direitistas e capitalistas. Acrescento que o funcionalismo público, que se origina na aristocracia e na corte, que habitualmente reproduz valores do monarca, acaba, por vezes de maneira inconsciente, nutrindo preconceitos contra aquilo que os representa.

Insisto na tese da “acomodação” e “assimilação” percebida na escravatura dos africanos no Brasil. Tinha negro que se “acomodava”. Ou seja, ele se sujeitava ao senhor de engenho até conseguir fugir. Outros negros, porém, “assimilavam” a cultura europeia. Eles acreditavam que eram brancos. A esses, o senhor de engenho dava o cargo de “capitão do mato”.

Aproveito para deixar algumas perguntas aos servidores municipais de Rio Bonito: “você é acomodado ou assimilado”? “Quantos "capitães do mato" você conhece”? “Quantas vezes você já foi "capitão do mato", porque precisava melhorar a sua remuneração ou porque iria incorporar isso ou aquilo ao seu salário”? Você já observou que de acordo com as mudanças de governo, “capitães do mato” e “chicoteados” trocam de lugar?

Na gestão de Solange, os “capitães do mato” são os “escravos” da gestão Mandiocão. Já na gestão Mandiocão, os “chicoteados” são os que eram “capitão do mato” na gestão Solange. O mais curioso é que no fundo, como acontecia com os negros escravos, todos são iguais (funcionários públicos efetivos), mas a maior parte esquece disso e abrem mão da dignidade em nome de incorporar isso e aquilo, para ganhar nomeação, para ocupar cargo de confiança ou simplesmente pelo prestígio de ser puxa saco e/ou ser rotulado como “amigo” do prefeito.

A princípio isso pode compensar, mas lembre-se: senhor de engenho não é amigo de “capitão do mato”!

PS: sobre as mudanças aprovadas, foram favoráveis os seguintes vereadores: Reginaldo Ferreira Dutra, o Reis (PMDB); Edilon de Souza Ferreira, o Dilon de Boa Esperança (PSC); Abner Alvernaz Júnior, o Neném de Boa Esperança (PTN); e Marcio da Cunha Mendonça, o Marcinho Bocão (SD). Os contrários foram Marcos Fernando da Fonseca, o Marquinhos Luanda (PMDB); Aissar Elias (PMN); e Marlene Carvalho (PPS). Os vereadores, Rita de Cássia (PP); Carlos Luis de Carvalho Júnior, o Jubinha (PT do B); e Cláudio Fonseca de Moraes, o Claudinho do Bumbum Lanches (PR); não compareceram a reunião.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

O exemplo de Daniel

Daniel pode ter as suas limitações, mas tem uma qualidade: é um cara trabalhador.
Galera, esse aí é o Daniel. Creio que ele tem + ou – a minha idade (cerca de 40 anos), porque quando eu era criança, ele também era bem novinho. Não sei a razão, mas Daniel tem algumas limitações na fala e também intelectuais. Apesar disso, eu considero Daniel um exemplo. Os anos passaram e eu sempre vi Daniel em atividade, fazendo alguma coisa para alguém... Nessa quinta-feira (28/04), durante a minha visita ao Tem Frutas, no Centro de Rio Bonito, eu encontrei Daniel trabalhando.


Fiquei pensando... Não são poucos os meninos e meninas que tiveram o privilégio de nascer “perfeitos” e decidem caminhar por caminhos tortuosos. A desculpa é de que “a vida é difícil”, “sofreu traumas na infância”, “não conseguiu viajar para a Disney”... Tudo conversa fiada! Simplesmente não usam as habilidades que ganharam do criador e ainda tentam transferir a responsabilidade das suas escolhas para outros. Um salve para o bravíssimo e exemplar Daniel!   

Fábrica de Bolos Vó Alzira e Programa Flávio Azevedo

Uma parceria entre a Fábrica de Bolo Vó Alzira e o Programa Flávio Azevedo sorteou um bolo para os ouvintes que ligassem para o programa. A contemplada foi a nossa ouvinte Nilceia, moradora da Praça Cruzeiro, que escolheu um bolo de laranja. Curiosamente, D. Nilceia foi a primeira que ligou para participar da promoção. Agradeço a equipe da “Vó Alzira” pela parceria e confiança! Essa é a primeira de muitas promoções que nós iremos promover.

A Fábrica de Bolos Vó Alzira está localizada na Rua da Conceição, nº 30, no Centro de Rio Bonito. Já o Programa Flávio Azevedo vai ao ar de segunda à sexta-feira, entre às 13h e 15h, pela Super Rádio Tupi 1340 AM – Leste Fluminense. Estamos preparando uma programação especial para o “Dia das Mães”. Irei anunciar em breve! 

Mais um “GOLPE” no servidor municipal de Rio Bonito

Flávio Azevedo
A Câmara de Vereadores de Rio Bonito aprovou na sessão dessa quinta-feira (28/04), mudanças no Instituto de Previdências dos Servidores Municipais de Rio Bonito (Iprevirb). Segundo a mensagem do poder Executivo, o instituto ganha novos cargos, ganha um presidente biônico (quase cargo vitalício), entre outras aberrações. Independente de concordarmos ou não com os votos favoráveis à mudança (Reis, Bocão, Neném e Dilon), não é possível esquecer que esse é mais um legado escabroso da gestão Solange Almeida.

Uma rápida retrospectiva mostra que o Iprevirb é velho conhecido da prefeita e não existe exagero quando se afirma que ela é a principal responsável pela banca rota do Instituto. Quando o órgão foi fundado (2002), a então prefeita não repassou integramente os valores (R$ 5 milhões) que deveria para o instituto, o que gerou desequilíbrio nas finanças do órgão.

Em 2008, essa dívida era da ordem de R$ 40 milhões. O ex-prefeito José Luiz Antunes parcelou, mas também não pagou esses parcelamentos. Enfim, em 2016 a dívida é da ordem de R$ 200 milhões. Outro capítulo dessa história é que em dezembro de 2013, o governo municipal deu um “golpe” na diretoria eleita, que foi enxotada do Iprevirb para dar lugar a um grupo nomeado pela prefeita. A má gestão do Instituto não é de agora. Aliás, a má gestão dos prefeitos que se revezam no comando de Rio Bonito é uma das principais razões do município estar pendurado no CAUC, instrumento que, por conta da dívida, impede a Prefeitura de receber vários recursos federais.

Embora o grupo anterior não inspirasse confiança (argumento do governo), o trem da alegria indicado por Solange a partir dos últimos dias de 2013 também não convence. Se o Iprevirb já estava estrangulado, a jogada aprovada nessa quinta-feira torna o órgão ainda mais vulnerável, sobretudo em relação aos inativos. Enquanto muitos funcionários públicos correm de um lado para outro fechando acordos futuros com os pré-candidatos a prefeito e vereador, o Iprevirb está sendo flagrantemente lesado (só não vê quem não quer).

Por outro lado, que o eleitor, sobretudo o servidor público municipal, não esqueça os gestos da D. Solange, porque daqui pouco tempo ela reaparecerá com a mesma cara de pau da última eleição se dizendo “cada vez melhor”. #flavioazevedo

Medicamentos descartados em via pública em Rio Bonito

Flávio Azevedo
Atendendo uma denúncia que recebemos de moradores da Mangueira e de Rio Vermelho, a nossa reportagem foi conferir a história de medicamentos descartados nas proximidades de um loteamento entre o Rio Vermelho e a Mangueira. Junto com algum entulho, nós encontramos várias caixas de medicamentos como Manivasc (anti-hipertensivo), Risonato (osteoporose), Janumet (controle do diabetes), Brasart HCT (anti-hipertensivo), coletores urinários, entre outras coisas. Os medicamentos estão todos na validade (alguns vencem em 2017) e todos são amostras grátis.

Através dessa reportagem nós vamos provocar uma discussão sobre a reclamada falta de local adequado para o descarte de entulhos, resto de obra e poda de árvores. Nem os veículos que prestam serviço para Prefeitura têm onde descartar esse material e acabam depositando esses rejeitos em estradas vicinais pouco transitadas.

Quanto aos medicamentos jogados fora, não é nossa intenção levantar suspeitas sobre ninguém, mas quem desprezou esses remédios poderia ter doado esse material, por exemplo, para algum asilo. Também gostaríamos de provocar uma reflexão sobre a nossa consciência na hora de descartar qualquer coisa. Tudo indica que nos faltam consciência, educação, bom senso e nos sobram o “dane-se” e o “tô nem aí”. Com a palavra as autoridades. #flavioazevedo

Autopista Fluminense dá exemplo a Prefeitura de Rio Bonito

Flávio Azevedo
O transporte dos trabalhadores braçais da Prefeitura de Rio Bonito é um caso de polícia. Acidentes já aconteceram, um homem que trabalhava na coleta de lixo se feriu com gravidade e morreu semanas depois; e operários que estavam sobre um caminhão que desceu a Serra do Sambê desgovernado ficaram feridos. Nessa reportagem mostramos a maneira como os operários da Autopista Fluminense são transportados. Falta de um local apropriado onde os trabalhadores possam fazer as suas necessidades também não é oferecido aos trabalhadores da Prefeitura. Aos operários da Autopista Fluminense é oferecido um banheiro químico. #flavioazevedo

Fala Chico!

Um abraço ao meu amigo, Francisco Valeriote, o popular Chico, companheiro dos tempos de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), quando eu trabalhava na Saúde. Hoje, ele comanda o Chico’s Bar, no Centro de Rio Bonito. Um abraço ao amigo, que é sempre um bom papo! Sucesso garoto!